Maldito seja. Maldito é.

A maldição de escrever,
Que insiste em me assombrar.
Escrevo porque preciso.
Não para “me mostrar”.

A caneta se torna uma extensão
Do meu corpo.
Palavras fluem como um rio,
Vêm da base, até o topo.

Não existem regras por aqui.
Newton deveria estudar os poetas.
Pois a gravidade,
Não faz nem cócegas
Nos meus versos.

– E.Q

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Sobre Eduardo Quintanilha

21 anos, Analista de Suporte. Estuda Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Skatista entre uma prova e outra, e escritor nas horas vagas. Decidiu criar o blog para publicar seus textos escritos à base de muito café e olheiras. Almeja ser reconhecido pelos seus textos e poemas, ou que alguém goste de seus textos.

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  1. Escreva apenas. Vão falar de qualquer jeito, com você escrevendo ou não,

    Responder
  2. Extensão do seu corpo, e sentimento da alma.

    Responder
  3. Gostei desse texto! – Nunca havia pensado dessa forma, mas percebo que ás vezes parece mesmo uma maldição.
    Quantas e quantas vezes tive que me levantar da cama para registrar palavras que martelavam na minha cabeça, chegando a causar dor, quantas vezes parei na rua e retirei meu celular da bolsa rapidamente para registrar uma frase, antes que ela desaparecesse.
    Mas acredito que é uma maldição boa, um dom.

    Responder

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