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Escrevo e descrevo,
romances e paixões.
Vividos e inventados.
Sentimentos e emoções.

Sou poeta sem coração,
mas a vida,
levo na calma.
Poemas sugam
nossa essência.
As paixões levam
a alma.

Eternidade

Choro pelos que são imortais. Os que vagueiam pelo mundo, em busca de um algoz capaz de por fim ao seu sofrimento. Pelos que viram partir todos os seus amores, suas crenças, e seu tempo.
Choro, não por seu corpo, imaculado e resistente contra o tempo. Mas pela sanidade de tua mente; tamanho o peso que carrega. Condenados à vagar. Sem vida, sem alma, para todo o sempre.
Choro, pelos que carregam em si, a maldição da vida eterna.

Pequeníces

A escala do firmamento, vezes me assusta.
O imenso globo gira, e nem sequer percebemos.
Como pode algo ser tão grande,
e nós assim, tão pequenos?

Uma luz tão distante,
e ao mesmo tempo tão perto.
Se um pouco mais próxima,
nos destruiria, de certo.

Imponentes somos nós,
sobre o reino animal.
Dominamos o fogo, contruímos prédios, de tamanho descomunal.
Mas bem sabemos,
que somos não mais que formigas,
nesse Cosmos surreal.

Banalidade do Amor

A vida é curta.
Um piscar emocionante.
Uns momentos de alegria,
e a tristeza inevitável.
As lágrimas sempre secam.
O sorriso é renovável.
A vida é curta.
O amor, bem variável.
Têm aqueles de verdade.
Têm aqueles de cinema.
Têm ainda os como a vida,
tão curtos quanto este poema.

“Vamos viver nossos sonhos, temos tão pouco tempo..” ~Alexandre Magno Abrão (Chorão)